sábado, 27 de agosto de 2011

Hunjeve X Laguidibá ... AVEREKETE X LOGUN EDÉ...

Hunjeve X Laguidibá ...  AVEREKETE X LOGUN EDÉ...

Alguns grafam também como Hunjegbe. Trata-se do colar cnhecido como “a joia da nação”, pertencendo exclusivamente a Nação Jeje, embora, devido a mesclas outras nações às vezes fazem uso do mesmo. O Hunjeve é um colar pessoal, entregue a vodunsi quando completa seu ciclo de 7 anos, onde se tornará um Etemi (mais velho), embora alguns defendam que o Hunjeve deve ser entregue na iniciação. Quando a pessoa morre seu hunjeve é enterrado junto a ela depois que todos os preceitos forem realizados.

Vale ressaltar que o hunjeve é pessoal, sendo que não deve ser tocado muito menos usado por quem não seja seu dono. Para cada pessoa há um tamanho específico, assim como a quantidade de contas utilizadas, evidênciando a propriedade do colar. O Hunjeve é o simbolo da ligação vodun x vodunsi.

O Laguidibá é um outro colar também importante dentro da liturgia, confeccionado com chifre de búfalo, na cor preta, pertence aos voduns da família de Sakpata, embora vodunsis de outras famílias também o usem, geralmente depois que ganham cargo.
Avlekete ou Averekete é um vodun ligado à pesca e a caça, erroneamente comparado ao orixá Logun Edé e a um outro vodun chamado Ajaunsi. Estas divindades são bem diferentes uma da outra, sendo sincretizados, talvez, pela característica de ambos serem ligados a caça e a pesca, mas a cosmogonia deles é bem diferente.
Logun Edé é um orixá de Ijexá filho de Oxun e Odé, ligado a caça e a pesca, um dos mais belos Orixás, pois assim também a beleza é uma característica de seus pais. Suas cores são o azul turquesa e o amarelo ouro e tem como símbolos a balança, o ofá, o abebè e o cavalo marinho.
Averekete nasceu da união do vodun Sogbo com Naeté (em outros mitos com Naé Agbé), tornando-se então um elo entre os voduns do céu (jí-voduns) e os voduns do oceano (tó-voduns). Desempenha a função de mensageiro entre estes voduns. É visto como um vodun jovem, com idade semelhante a de um adolescente. Vive na beira do mar e tem como símbolos o machado simples, o anzol e o punhal. Suas cores são o azul, o vermelho e o branco. Na Casa das Minas é usado o termo tóquen ( tóqüen ) ou toqueno (toqüeno) para designar Averekete e outros voduns jovens tidos como adolescentes.
No Jeje Mahi, Averekete pertence a família dos Voduns Kavionos (ou Hevioso), visto como o filho mais jovem de Sogbo.
Ajaunsi é um vodun masculino, pertencente ao panteão da terra e extremamente coligado ao universo das Naés (mães d’água). É um exímio caçador e pescador, e vive na beira dos rios acompanhando as Naés. Rege os animais que vivem tanto na terra quanto na água, tais como répteis, anfíbios e alguns pássaros. Divindade da juventude e da alegria, representa a inocência e a pureza, protegendo as pessoas durante a fase jovem. Responsável por todo o aprendizado das crianças, desde fala até mesmo o andar. Suas cores variam entre o azul, o verde e o amarelo.



O ERÊ....



No Candomblé, Erê é o intermediário entre a pessoa e o seu Orixá, é o aflorar da criança que cada um guarda dentro de si; reside no ponto exacto entre a consciência da pessoa e a inconsciência do orixá. É por meio do Erê que o Orixá expressa a sua vontade, que o noviço aprende as coisas fundamentais do candomblé, como as danças e os ritos específicos do seu Orixá.
A palavra Erê vem do yorubá, iré, que significa “brincadeira, divertimento”. Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Erê (não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece instantaneamente logo após o transe do orixá, ou seja, o Erê é o intermediário entre o iniciado e o orixá.
Durante o ritual de iniciação no Candomblé, o Erê é de suma importância pois, é o Erê que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.
 o conceito de Ere só se aplica em candomblé. Sim, todos tem Erê, mas, nem todos viram com Erê. O Erê acompanha o sentimento do Orixá, não há sexo que os definam serem masculino ou feminino. geralmente é o zelador/a que dá o nome do ere E este nome tem ligação com o orixa. Tudo isso com base no candomble. Erê de candomblé ketu é a ancestralidade infantil, acompanha e cumpre preceito do Orixá.Os Erês comem as comidas de todos os Orixás, inclusive o arroz. Erè é o veiculo entre o òrìsá e o ser humano, se não for o oráculo quem fala é o Erè. NÃO EXISTE ERÊ DO JUNTÓ.
O Erê às vezes confundido com Ibeji, na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Erê é o responsável por muita coisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Erê conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omon-tú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Erê” é mais influenciado por certos aspectos da sua personalidade, que pelo carácter rígido e convencional atribuído ao seu orixá. Após o ritual do orúko, ou seja, nome de iyawo segue-se um novo ritual, ou o reaprendizado das coisas chamado Apanan.
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A confusão entre Ibeji e Erê é muito frequente, ao ponto que em algumas casas de candomblé e batuque Ibeji é referido como Erê (criança) que se manifesta após a  chegada do orixá, em outras são cultuados como Xangô e ou Oxum crianças. Porém na verdade Ibeji é um orixá independente dos Erês. Dado o facto conhecido e recorrente de que muita gente transita entre o Candomblé e a Umbanda, é também natural que esta confusão se acentue, dados os conceitos e entendimentos diferentes que existem nas duas religiões e que muitas vezes as pessoas não conseguem diferenciar.
Na Umbanda, Erês, Ibejada, Dois-Dois, Crianças, ou Ibejis são entidades de carácter infantil, que simbolizam pureza, inocência e singeleza e se entregam a brincadeiras e divertimentos. Pedem-lhes ajuda para os filhos, para fazer confidências e resolver problemas. Geralmente supõe-se que são espíritos que desencarnaram com pouca idade e trazem características da sua última encarnação, como trejeitos e fala de criança e o gosto por brinquedos e doces. Diz-se que optaram por continuar sua evolução espiritual através da prática de caridade, incorporando em médiuns nos terreiros de Umbanda. São tidos como mensageiro dos Orixás, respeitados pelos caboclos e pretos-velhos. Geralmente, são agrupados em uma linha própria, chamada de Linha das Crianças, Linha de Yori ou Linha de Ibeji. Costumam ter nomes típicos de crianças brasileiras, como Rosinha, Mariazinha, Ritinha, Pedrinho, Paulinho e Cosminho. Seus líderes de falange incluem Cosme e Damião. Comem bolos, balas, refrigerantes, normalmente guaraná e frutas.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

UM POUCO DA ROÇA DO VENTURA [JEJE MAHIN]



Para se sentar na cadeira de gayaku da Roça do Ventura tem que ser feita (iniciada) para o vodun Sogbo, ou Azonsu (lá Azansu) ou para Gbesen, lembramos que no Ventura a gayaku é termo dado aquelas que iniciaram pelo menos 1 filho para um vodum família nagô (Ogun, Ode, Iyemoja, Osun,..., lá não se inicia Yewa, nem Oba, nem Logunede)
Bem, a fundadora foi Ludovina Pessoa, que era iniciada de Ogun (um vodum nagô) obviamente ela não era iniciada de Azonsu, nem de Sogbo e nem de Gbsen, e obviamente não se sentou no trono, tendo-se aliado a Maria de Azonsu da família de Modubi (de José Maria de Belchior, originária do Terreiro do Pinho - Hunkpame Dahomé) da roça de cima para fundar a roça de baixo empossando uma de suas filhas (de Gbesen).
A lógica é que para sentar no trono de gayaku tem que se iniciar lá um vodun nagô e ser iniciada para vodum propriamente dito, embora o conceito de vodun nago varie dentro das ramificações do jeje. Por que isso? Isso porque Gbsen é o espírito da vida e assim sendo não compactua com nada que lembre a morte, daí o uso de sempre vivas em preceitos como o gboita, do beeko (quizila) com flores dignas de se cobrir defuntos, do não estabelecer casa de egun (asen) como havia na roça de cima (de Modubi) etc.
Os mahis na realidade cultuam voduns que se relacionam diretamente com os orixás e deles tiveram origem de culto na África, e de sua região mahi. Assim comumente ouvimos sou de Sango de um filho de Sogbo e o mesmo de um filho de Aira (lembramos que sacerdotes do Benin afirmam que Sogbo é Sango.

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Na roça de cima o termo gayaku herdado pelos modubis e pelos hoje, então descendentes, designa aquela que é dirigente de um culto voltado aos voduns de nagô (um Nagô Vodum antigo), e não necessariamente a que inicia um vodum desta família, o título foi repassado com a criação da roça de baixo. Visto que Azonsu é termo próprio da família de Modubi.
Eguns e voduns que tiveram vida terrena como os reais do Dahomey não são cultuados em Mahi, todos os antepassados da casa são saudados (ja avalu) saudando-se e ofertando-se ao vodun Ayizan, sempre à frente da casa principal conforme Ajahuto o fez em Allada.
Os voduns mahis seguem conforme os orixás nagôs, são aqueles que de alguma forma morreram, seus corpos não foram encontrados, despareceram, subiram ao céu ou pela terra, enfim se há sepultura (como a dos reis do Dahomey) não é cultuado como vodum Mahi.
 http://papoinformalpapoinformal.blogspot.com/2010/10/os-voduns-do-jeje-mahi.html

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ouvi dizer que..........






Os as escravos tinham a liberdades a noite de cantar e dançar em volta de uma fogueira ou na mata em volta de uma arvore pois alguns senhores davam essa liberdade p que não se revoltassem,pois depois de um dia todo de trabalho essa era a recompensa.Cantavam e dançavam louvando suas divindades usando o sincretismo em suas cantigas misturando as linguas e crenças fazendo assim pensar que louvavam santos Catolicos.


Depois iam p sensala onde dormiam, e disfarçadamente realizam a iniciação ,a raspagem que era feita só no Ori como no Omoloko e as escravas colocavam o torço na cabeça onde aparecia os cabelos pela volta.
O bichos sacrificados eram roubados da fazenda e só bicho pequeno como a Angola,pombo,frangos,frangas etc..recolhimento praticamente não tinha pois depois disso vinha o dia de trabalho,então só descansavam em esteiras a noite na senzala onde rezavam p suas divindades antes de dormir,tomavam seus banhos de ervas etc...,nãao tinha saida como nos candomblés de hoje,somente se manisfestava a Divindade 


Assentamentos eram feitos em cuias de Cabaça,e alguns na louças que também eram roubadas da cozinha da Sinha casa Grande porque elas achavam bonitas as louças e queriam enfeitar ''coisa de mulher vaidosa'' e eram escondidos também na Senzala.Esses assentamentos que se ve hoje de louça é devido a isso,pois em africa não existia e nem era feito assim.


Bem é acho que seria mais ou menos por ai...
Ao que sei, laguidibá não é apenas uma conta, mas uma representação de Oluaiê! É Omolu "vivo", junto ao corpo de seu filho!
É de uso devido aos iniciados de Oluaiê, extensivamente (mas não obrigatório) aos da família Ji.
Em algumas tradições, isso independe do tempo de iniciado, podendo um iaô de Oluaiê já portá-lo em sua saída de iaô, por ser considerada conta "obrigatória" para ele. Em outras, apenas após a obrigação de 7 anos. Para uns, é conta "exclusiva" dos filhos de Oluaiê. Para alguns, havendo ligação da pessoa com aquele orixá, permite-se usar.
Haveria alguma restrição, impedimento ou afronta, no caso de um sacerdote portar o laguidibá em uma cerimônia de Olubajé, na sua casa? Ou em visita a uma casa amiga, em que há um ritual àquele orixá?
O original, pelo que aprendi, não é feito de chifre, muito menos de plástico!
Como toda conta, é uma "jóia de axé"! Há de ter sido consagrada. Não se compra uma conta no mercado, pendura-se no pescoço e vai-se para um ritual!
Fora isso, é bijuteria. Como tal, pode ser usada por leigos à vontade. Achou bonito, comprou, colocou no pescoço e foi ao samba! E daí pra ele?
O que é descabido, a meu ver, é um iniciado usar laguidibá de modo profano, fora do contexto religioso ou em local não apropriado.


Pior é estar enchendo a cara de bebida, com conta ao pescoço!
E isso se vê muito, principalmente em locais de culto, não é?   Ligado ao culto de divindades da terra, como Nanã, Omolu e Oxumarê, é peça de alto fundamento, podendo ser usada como colar, mas não aleatoriamente.


As divindades representadas no laguidibá são cultuadas de modo muito particular, com muito mistério e respeito. Tanto que "Omolu" é apenas o epíteto de um orixá ou vodum tão forte que seu nome não pode sequer ser pronunciado.


E este papo todo vem a propósito da "moda do laguidibá", que virou adorno obrigatório de pescoço de percussionista; e de alguns músicos "de raiz". Raro hoje ver, no palco, um pandeirista, um tantanzeiro, um repiquista-de-mão, ou mesmo um violonista, que não se apresente com um laguidibá no pescoço.


Foi aí que, naquela linha do "quem não pode com mandinga, não carrega patuá", ocorreu ao Veterano aqui fazer um samba. Que pode começar mais ou menos assim:


"Quem não é de Obalibô / Não usa laguidibá/


Tira o colar do pescoço, seu moço / Que pode se machucar..."


Obalibô, vocês sabem, é outro cognome da grande divindade conhecida como Omolu e que, em Cuba, inspirou a rumba famosa: "Babalu! Babalu-aiê!"...
EXISTEM REGRAS PARA UM INICIADO QUE SE SUICIDA?
o Candomblé tem sim, regras, e se tratando a respeito de um suicida, sabemos que o mesmo perde o direito ao asese, e desta forma é privado de se tornar um lessaegun, ou seja, ser cultuado como um ancestral do seu asé, e louvado no ypade, sendo o baba/yalorisa. E para nós, isso seria uma grande perda, pois como em toda religião entre outros propósitos um deles é a imortalidade da alma e a paz eterna.
O Candomblé como outra religião qualquer tem os seus ensinamentos, dogmas e propósitos em ensinamentos de bom viver e orientar numa vida social.
“ Para os Yorubá, e por extensão lógica, para os seguidores da religião afro brasileira de etnia nagô ou Yorubá, a moralidade, como dissemos, é fruto da religião. Não há como separá-las."  O direito ao asese no caso de um suicidio não é decisão do zelador, e sim  como disse, uma regra.
Sim perde o direito de asese sim, e não só um suicida que perde não, como também  mortes provocadas por conseguencias de atos indignos. bom são alguns dogmas da nossa religião que para alguns não existem, mas existem. E a respeito das decisões do Ori, claro que o livre arbitrio é válido, mas não podemos esquecer que para cada ato haverá a conseguencia, agora se é certo ou errado, se é bom ou ruim, isso vai da capacidade de cada um em enfrentar as conseguencias de tais atos.
seja, dogmas, regras, fundamentos, ou o nome que seja mais confortáveis, existe sim. e não tem nada a ver com influência cristã, ao contrário. Quem quiser pesquise sobre asese,tem antropólogos confiaveis e professores sérios que escreveram sobre este assunto, além de ter aprendido pelos meus antigos, e verá que os rituais funebres do povo yoruba que foi trazido para o Brasil junto com o Candomblé, com adaptações que foram necessárias, e verão o impedimento para as pessoas terem direito a um asese, e te ser cultuado como um lesseegun.
No candomblé realmente não existe pecados, mas isso não quer dizer que podemos fazer de tudo, e que esse de tudo não irá gerar conseguências. Temos a liberdade de escolha, e teremos que ter tbm coinciência que o tudo que podemos fazer, irá nos proporcionar um de tudo na mesma proporção e até mesmo maior.  a privação ao asese, não seria um castigo, e sim uma conseguência, a pessoa vai ter o seu ritual sim, a retirado do oxo, o "carrego", entre outras coisas, mas o asese, o ritual que nos consagra como um lesseegun, este infelizmente a pessoa que escolheu esta forma de viver, ou de morrer, perde o direito.

domingo, 17 de julho de 2011

Estatistica religiosa do continemte africano....a África e suas crenças...


Estimativas

'"Adesão religiosa na África (2006 estimativas)[1]
RegiãoTotal população (2006) %
Cristão
 % Muçulmano % Tradicional % Hindu % Bahai % Judeu % Agnóstico % Outros
África Central118,735,09981.25%9.64%7.98%0.1%0.38%0.0%0.57%0.19%
África Oriental302,636,53363.87%21.83%13.09%0.49%0.35%0.0%0.0%0.44%[2]
Norte de África209,948,3969.0%87.6%2.2%0.0%0.0%0.0%1.1%0.1%
África Austral50,619,99882.0%2.2%9.7%2.1%0.7%0.1%2.7%0.3%
África Ocidental274,271,14535.70%48.13%15.73%0.0%0.07%0.0%0.31%0.06%[3]
RegiãoTotal população % Cristão % Muçulmano % Tradicional % Hindu % Bahai % Judeu % Agnóstico % Outros

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quarta-feira, 29 de junho de 2011


....ALGUMAS EXPLICAÇÕES
IJESAS, OYOS, IBOS, KETUS,etc , cada qual trouxe seus costumes juntos com seus orisas digamos particulares, e após a mistura dessas tribos e troca de informações entre eles cada sacerdote ou quem entendia de um determinado orisa trocaram fundamentos e a partir daí surgem todos esses aspectos, e essa quantidade de orisa presente aqui no Brasil, sendo que o orisa é o mesmo com origens diferenciadas.É claro que por ter origens diferenciadas seus cultos possuem particularidades religiosas e até mesmo culturais por exemplo Oyá Petu tem seus fundamentos assim como Oyá Tope terá o seu, isso nada mais é, que uma passagem do mesmo orisa por diversos lugares e cada povo passou a cultuá-lo de acordo com seus próprios costumes. Um exemplo mais nítido é que aqui fazemos muitos pratos para Osun com feijão fradinho, entretanto num determinado país não há esse feijão portanto foi substituído por um grão semelhante[ervilha] e assim puderam continuar com o culto a Osun sem a preocupação de importar o feijão fradinho.Outro exemplo de orisa transformado em qualidade no Brasil é Osun kare, Kare é uma louvação à Osun quando se diz: Kare o Osun! A palavra kare também é uma espécie de bairro na África, logo Osun cultuada em kare é Osun kare, e por vai surgindo desordenadamente essa quantidade de orisa aqui no Brasil. Imagine um rio que atravessa todo território Nigeriano e, em suas margens diversas etnias que num determinado local algumas pessoas diria que ali é a morada de Osun Ijimu (cidade de Ijumu na região dos Ijesa), mais para frente em Iponda diria aqui é a morada de Osun Iponda, mais para frente, em Ede esse rio terá o culto de Ologun Ede, o chefe de guerra de Ede segundo sua mitologia, e serão diversos orisas cultuados num mesmo rio por diversas etnias com pequenas particularidades. Isso acontece com todos orisas e suas mitologias fazem alusão a essas passagens e constantes peregrinação de seus sacerdotes quer por viajens comercias ou por guerras intertribais sempre espalharam seus orisas em outras regiões.Outro fato interessante é títulos que algumas divindades possuem e foram transformadas em qualidades, por exemplo Ossosi akeran, akeran é um titulo de um determinado caçador (ancestral) com isso vamos na próxima edição analisar esses fatos e informar todas qualidades de orisa da nação keto que o sacerdote pode ou não mexer de acordo com o conhecimento de cada um, pois o nosso dever é informar sem a pretensão de nunca ser o dono da verdade Na próxima edição vamos diferenciar, títulos de nomes de cidades, nomes tirados de cânticos que as pessoas insistem em dizer que é qualidade de orisa.Sobre a multiplicidade dos orisa. Vamos separar a qualidade como é chamada no Brasil (em Cuba chama-se caminhos), dos títulos e de nomes tirados de cantigas como insistem pseudo sacerdotes. Já sabemos que os orisa são venerados com outros nomes em regiões diferentes como: Iroko (Yoruba), Loko (Gege), Sango (Oyo), Oranfe (Ife), isso torna o culto diferente. Temos também o segundo nome designando seu lugar de origem como Ogun Onire (Ire), Osun Kare (Kare),etc, também temos os orisa com outros nomes referentes as suas realizações como Ogun Mejeje refere-se as lutas contra as 7 cidades antes dele invadir Ire, Iya Ori a versão de Iyemanja como dona das cabeças, etc. Há portanto uma caracterização variada das principais divindades, ou seja, uma mesma divindade com vários nomes e, é isso que multiplica os orisas aqui no Brasil.Vamos começar com Esu o primogênito orisa criado por Olorun de matéria do planeta segundo sua mitologia, ele possui a função de executor, observador, mensageiro, líder, etc. Alem dos nomes citados aqui que são epítetos e nomes de cidades onde há seu culto, ele será batizado com outros nomes no momento de seu assentamento, ritual especifico e odu do dia. Não será escrito na grafia Yoruba para melhor entendimento do leitor.Oba Iangui : o primeiro, foi dividido em varias partes segundo seus mito.Agba: o ancestral, epíteto referente a sua antiguidade.Alaketu: cultuado na cidade de ketu onde foi o primeiro senhor de ketu.Ikoto: faz referencia ao elemento ikoto que é usado nos assentos esse objeto lembra o movimento que esu faz quando se move do jeito de um furacão.Odara: fase benéfica quando ele não está transitando caoticamente.Oduso: quando faz a função de guardião do jogo de búzios.Igbaketa: o terceiro elemento, faz alusão ao domínios do orita e ao sistema divinatório.Akesan: quando exerce domínios sobre os comércios.Jelu: nessa fase ele regula o crescimento dos seres diferenciados. Culto em Ijelu.Ina: quando e invocado na cerimônia do ipade regulamentando o ritual.Ona: referencia aos bons caminhos, a maioria dos terreiros o tem, seu fundamento reza que não pode ser comprado nem ganhado e sim achado por acaso.Ojise: com essa invocação ele fará sua função de mensageiro.Eleru: transportador dos carregos rituais onde possui total domínio.Elegbo: possui as mesmas atribuições com caracterizações diferentes.Ajonan: tinha seu culto forte na antiga região Ijesa.Maleke: o mesmo citado acima.Lodo: senhor dos rios, função delicada dado a conflitos de elementosLoko: como ele é assexuado nessa fase tende ao masculino simbolizando virilidade e procriação.Ogiri Oko: ligado aos caçadores e ao culto de Orumila-Ifa.Enugbarijo: nessa forma esu passa a falar em nome de todos os orisas.Agbo: o guardião do sistema divinatório de Orumila.Eledu: estabelece seu poder sobre as cinzas, carvão e tudo que foi petrificado.Olobe: domina a faca e objetos de corte é comum assenta-lo para pessoas que possuem posto de Asogun.Woro: vem da cidade do mesmo nome.Marabo: aspecto de esu onde cumpre o papel de protetor Ma=verdadeiramente, Ra=envolver, bo=guardião. Também chamado de Barabo= esu da proteção, não confundi-lo com seu marabo da religião Umbandista.Soroke: apenas um apelido, pois a palavra significa em português aquele que fala mais alto, portanto qualquer orisa pode ser soroke.Ogún, Òsòósí e Ode lembrando que nem todos caçadores tomaram o titulo de Òsòósí e, na África, Òsòósí em certas regiões é feminino tomando o aspecto masculino no antigo reino de Ketu. Ode que dizer caçador, porém, nem todos Ode's são Òsòósí; Ijibu Ode, Ikija, Agbeokuta, são alguns lugares onde houve seu culto, pois seu culto, expandiu-se mesmo aqui no Brasil onde ele é lembrado como rei de Ketu, Ogún em outro aspecto foi chefe dos caçadores (Olode) entregando essa função mais tarde para seu irmão caçula Òsòósí para partir em buscas de suas inúmeras batalhas.Já em certas mitologias o caçador passa a ser sua esposa Òsòósí L`Obirin Ogun, ou seja, Òsòósí é a esposa de Ogún, segundo o verso desse mito. Isso afirma o chamado enredo de santo aqui no Brasil quando se diz que para assentar Òsòósí temos que assentar Ogún e vice versa. Era costume africano quando os caçadores tinham que partir em busca de suas presas, louvarem Ogún para que tudo desse certo, de òrìsà secundário na África Òsòósí, passou a uma condição importantíssima no Brasil sendo òrìsà patrono da nação Keto, senhor absoluto da cerimônia fúnebre do asesé, alguns cânticos fazem alusão a essa condição: Ode lo bi wa, ou seja, o caçador nos trouxe ao mundo. Eis alguns nomes de Ogún/Òsòósí/Ode conhecidos, sobretudo no Brasil e seus aspectos, características, origem e particularidades:Ogún Olode: epíteto do òrìsà destacando sua condição de chefe dos caçadores.Ogún Je Ajá ou Ogúnjá como ficou conhecido: um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um de seus mitos o liga a Osagìyán e Ìyémojá quanto a sua origem e como ele ajudou Osalá em seu reino fazendo ambos um trato.Ogún Meje: aspecto do òrìsà lembrando sua realização em conquistar a sétima aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar seu filho Adahunsi.Ogun Waris: nessa condição o òrìsà se apresenta muitas vezes com forças destrutivas e violentas. Segundo os antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele se aborrece. Um de seus mitos narram que ele ficou momentaneamente cego.Ogún Onire: Quando passou a reinar em Ire, Oni = senhor, Ire = aldeia.Ogún Masa: Um dos nomes bastante comum do òrìsà, segundo os antigos é um aspecto benéfico do òrìsà quando assim ele se apresenta.Ogun Soroke: apenas um apelido que Ogún ganhou devido a sua condição extrovertida, soro = falar, ke= mais alto. Nossa historia registra o porque o chamam assim.Ogún Alagbede: nesse aspecto o òrìsà assume o papel de pai do caçador e esposo de Ìyémojá Ogunte (uma outra versão de Ìyémojá) segundo um de seus inúmeros mitos.Há vários nomes de Ogún fazendo alusão a cidade onde houve seu culto como Ogún Ondo da cidade de Ondo, Ekiti onde também há seu culto, etc. O òrìsà possui vários nomes na África como no Brasil e com isso ganha suas particularidades e costumes.Ode/Ososi.Há uma síntese sobre esse orisa na edição anterior, eis então suas várias formas de se apresentar:Ososi akeran = um titulo do orisa;Ososi Nikati = um de seus nomes;Ososi Golomi = um de seus nomes;Ososi Fomi = um de seus nomes;Ososi Ibo = um de seus mitos o liga a Ossaniyn;Ososi Onipapo = um dos antigos, tem culto a mais de um século no país;Ososi Orisambo = possui seu assentamento diferente dos demais;Ososi Esewi/Esewe = seu mito o liga a Ossaniyn e as vezes a Osala segundo os "antigos";Osossi Arole = uns de seus epítetos;Ososi Obaunlu = segundo registro há um assentamento deste orisa aqui no Brasil desde 1616 no ase de D.Olga de alaketu, é considerado o patrono de ketu;Ososi Beno = um dos mais antigos, detalhe tem assento aqui em São Paulo, cidade considerada emergente para tradições do candomblé Keto, com poucas casas antigas.Ososi DanaDana = aquele que ateou fogo ou roubou, um epíteto dos mais perigosos dado ao caçador.Ode Wawa = epíteto do caçador;não se tem notícia do seu culto no Brasil;Ode Wale = epíteto do caçador, não se tem notícia de seu culto no Brasil;Ode Oregbeule = é um Irunmale, portanto acima do orisa foi um dos companheiros de Odudua em sua chegada na terra segundo sua mitologia;Ode Otin = outro caçador confundido com Ossosi, sua lenda o identifica ora como uma caçadora ora como um caçador, contudo sua ligação com Ossosi é fato, Otin se apresenta sempre junto com ele a ponto de confundi-los;Ode Karo = um do caçadores que também mora as margens de um rio é irmão de Igidinile.Ode Ologunede = o chefe de guerra de Ede, titulo ganhado quando seu pai o entregou aos cuidados de Ogún;Olo = senhor, gun = guerra, Ede = um lugar na áfrica.É filho de um outro caçador chamado Erinle tendo como mãe Osún Iponda. O posto de asogun, a priori, surge desse mito que o liga a Ogún companheiro de seu pai.Possui outros nomes como Omo Alade, ou seja, o príncipe coroado. Não há qualidades de Logun como acreditam alguns tais como locibain, aro aro, etc., são apenas nomes tirados de cânticos, aliás aro quer dizer tanta coisa menos nome de orisa. O nome Ibain é de um outro caçador homenageado nos cânticos de Ologun, esse caçador inclusive é o verdadeiro proprietário dos chifres tão importantes no culto. Oba L`Oge é um outro nome para esse orisa. É da região de Ijesa;Ode Erinle = outro caçador confundido com Osossi no Brasil. Seu assento é completamente diferente dos demais, pois Erinle ou Inle é um orisa do rio do mesmo nome, o rio Erinle que corta a região de Ilobu na Nigéria. Encontra-se seus mitos no odu Okaran-Ogbe e Odi-Obara. Sua esposa é Abatan pois é considerado médico e ela enfermeira, seu culto antecede o de Ossayn, o pássaro os representam. Ibojuto é a sua própria reencarnação representado pelo bastão que vai em seu assentamento e tem a mesma importância do Ofa de Ossosi.Tem uma filha chamada Aguta que às vezes se apresenta como irmã ou como filha sendo sua mãe Ainan. Ode Otin se apresenta como sua filha, às vezes e ai é representado por uma enguia. Ainda temos Boiko como seu guardião, Asão seu amigo e Jobis seu ajudante. No Brasil o ligam a Osún e a Iyemanja pois segundo sua lenda é pela boca dela que ele fala, Erinle é um orisa andrógino e considerado o mais belo dos caçadores;Ode Ibualama = uma outra versão para Erinle quando ele se apresenta mais ao fundo do rio, há um templo com esse nome na África fazendo alusão ao seu fundador. Aliás há vários templos mas todos são de um orisa só: Erinle nessa situação o caçador traça um outro caminho e pactua seus mitos com Omolu, Osumare, Nana,etc. A montagem de seu Igba (cuia) também difere de um simples alguidar com um ofa para cima como é comum as pessoas não esclarecidas assim fazer.Ossaniyn, Omolu, Oluaye, Osumare, Nanan e Iroko.Ossaniyn = Também chamado Baba Ewe, Asiba, que são epítetos do orisa. Possui seu próprio sistema divinatório; o orisa exerce suas funções interligadas a Esu composto ao mesmo tempo em que ele. Kosi ewe, kosi orisa: Sem folhas, sem orisa.Osumare = Chamado Araka seu epíteto. É o orisa do arco-íris e da transformação, não deve ser confundido com o vodun Becem que se apresenta como Dangbe, Bafun, Danwedo todos da família Danbira e cultuados em outra nação.Omolu / Obaluaye = É como se apresenta o orisa sapata transmutando-se para formas conhecidas tais como: Agoro, Telu, Azaoni, Jagun, Possun, Arawe, Ajunsun, Afoman, etc, cada qual com suas particularidades.Nanan = apresenta-se nas formas conhecidas como: Iyabahin, Salare, Buruku, Asainan, sem culto no Brasil. É sempre bom lembrar que muitos nomes são de lugares onde se cultua o orisa. Por exemplo: Ajunsun é o Rei de Savalu, assim como Dangbe é o Rei do Gege, portanto são nomes que dão origem as suas formas. :Iroko = orisa da gameleira (no Brasil), controla a hemorragia humana.Iyabas são os orisá feminino.Oba = orisa guerreira é única em seu aspecto.Iyewá = orisa guerreira única em seu aspecto.Osún Opara = a orisa se apresenta jovem e guerreira.Osún Iponda = jovem e guerreira, da cidade de Iponda.Osún Ajagura = jovem e guerreira, nação nagô - Oyo, Pernambuco.Osún Aboto = aspecto maduro da orisa.Osún Ijimun = aspecto idosa e dada as feitiçarias, ligação com Iami Eleye.Osún Iberin = aspecto maduro da orisa, nessa forma não desce nas cabeças.Osún Ipetu = aspecto maduro da orisa.Osún Ikole = seu mito a liga a Iemanjá e Ode Erinle, transformou-se numa ave.Osún Popolokun = Conta os antigos que não vem mais, será?.Osún Osogbo = ela deu oringem ao nome da cidade de Osogbo.Osún Ioke = Se apresenta como caçadora.Osún Kare = Um de seus títulos, Kare tem seu próprio nome que poucos conhecem.Iyeyeo Ominibu = epíteto da Osún.Iyemoja Ogunte = orisa se apresenta jovem e guerreira.Iyemoja Iyasesu = assume a maternidade de Sàngó é ranzinza e respeitável.Iyemoja Saba = uma das formas da mãe.Iyemoja Maleleo = não se obteve noticias desse aspecto no Brasil.Iyemoja konla = seu mito conta que ela afoga os pescadores.Iyemoja Ataramaba = Nessa forma ela está no colo de sua mãe olokun.Iyemoja Ogunde = aspecto da orisa cultuado no Nagô em Pernambuco.Iyemoja Iyá Ori = nessa forma ela assume todas as cabeças mortais.Iyamase = forma de quando ela é definitivamente mãe de Sàngó.Iyemoja Araseyn = fuxico com Ossayn.Oyá Leseyen = uma das Igbales que mora no próprio Lesseyen.Oyá Egunita = orisa Igbale.Oyá Foman = orisa Igbale.Oyá Ate Oju = orisa Igbale aspecto dificil de Oyá quando caminha com Nana.Oyá Tope = uma de suas formas.Oyá Mesan = um de seus epítetos.Oyá Onira = rainha da cidade de Ira.Oyá Logunere = uma de suas formas.Oyá Agangbele = esse caminho mostra a dificuldade quando a geração de filhos.Oyá petu = nesse aspecto ela convive com Sàngó.Oyá Arira = uma de suas formas.Oyá Ogaraju = uma das mais antigas no Brasil.Oyá Doluo = eró ossayn; culto Nagô.Oyá Kodun = eró com Osaguian.Oyá Bamila = eró Olufon.Oyá Kedimolu = eró Osumare = Omolu................

sábado, 25 de junho de 2011

CABOCLOS....

Os caboclos e caboclas, na Umbanda e no Candomblé de Caboclo, são representantes do mundo natural e dos espíritos. O termo “caboclos” pode derivar do tupi kara'ïwa, "homem branco", e oka, "casa", do tupi caa-boc, "o que vem da floresta" ou de kari’boca, "filho do homem branco". Originalmente se referia ao índio escravizado ou catequizado ou ao mestiço de branco e indígena, em oposição aos silvícolas resistentes à assimilação e cristianização, chamados pejorativamente de "bugres" ou "tapuias".
Na Umbanda, parece passar por um eufemismo respeitoso, dadas as conotações negativas do termo "índio" no século XIX, quando se formou o Candomblé de Caboclo, ou mesmo início do século XX, quando a Umbanda, influenciada por esse culto (e também pelo Catimbó, pelo Candomblé, pelo espiritismo kardecista e por outras correntes esotéricas), foi oficialmente inaugurada, em 15 de novembro de 1908, com a manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas no bairro de Neves, em Niterói (RJ), através do médium Zélio Fernandino de Moraes.

Os caboclos mais tradicionais são os "caboclos índios" ou "caboclos de penas". Outras figuras populares do folclore nacional foram gradualmente acrescentadas a essa categoria, que hoje inclui boiadeiros, ciganos, marinheiros e baianos.

Na concepção mais difundida, sistematizada por Matta e Silva nos anos 50, os caboclos e caboclas se organizam em falanges subordinadas a cinco dos orixás: Oxalá, Ogum, Xangô, Oxóssi e Iemanjá. Os três primeiros reúnem apenas caboclos, Iemanjá apenas caboclas e Oxóssi, caboclos de ambos os sexos....

ALGUMAS OBSERVAÇÕES.....

O verdadeiro DEBURU é feito com milho vermelho ( de galinha ).


- Todos os animais são cortados pelas juntas.


- SÀNGÓ sò come quente.


- Todas as obrigações leva flores, frutas e doces.


- Todos os Òrìsás comem ACARAJÉ


- O ACARAJÉ para ÒSUN ÒPARÀ é feito no azeite doce.


- O ÌGBÍN tem que ser calçado com frango.


- AYRÀ é um ÒRÌSÁ e não uma qualidade de SÀNGÓ.


- ÒNIRA é um ÒRÌSÁ e não uma qualidade de OYA.


- Tudo para o santo tem que ser lavado no ABÓ.


- A gamela para SÀNGÓ é redonda, e para AYRÀ é oval.


- ÀIYÉ é a terra em que vivemos.


- ÒRUN é o "céu ".


- IMONLÈ - espíritos.


- ÀSE - poder.


-ÈÈWÒ - proibição ( kizila ).


- OLÓÒRUN - uma das denominações de OLODUMARÈ, o Deus Supremo.


- ÒSÓÒSÍ não leva mel de abelhas.- ÒÒSÀÀLÀ e AYRÀ não levam sal nem azeite de dendê.


- A cabeça do animal leva a boca / bico. Irá relatar no ÒRUN as nossas necessidades e os nossos pedidos;


- Os pés dos animais são para caminhar ( dar caminho ao ODU );


- Os olhos devem ser cobertos na hora do sacrifício, para que não levem a nossa imágem;


- As penas do peito é para nossa proteção;


- As penas são para voar, no sentido de transpormos nossas dificuldades na vida;


- A cauda é para nos dá o leme, o equilíbrio, a direção na vida;


- O sacrifício do pombo é para dotar-nos da habilidade de voar por sôbre os perigos;


- O do peixa é para amenizar os sofrimentos. Na hora do sacrifício pedir sorte, fartura e prosperidade;


- Ao sacrificar o ÌGBÍN, pedir paz, harmonia e afastar dos perigos;


- O OBI representa a interrelação de amizade, o pacto de comunidade entre o IYAÓ, o zelador e o ÒRÌSÀ. Significa a vida;


- O DENDE suavisa a ira das divindades;


- O ATAREM é para dar força;


- Oferendas: Após a de ÈSÙ, a primeira será para ÒGÚN, mesmo que o IYAÓ não seja seu filho;


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